Segurança se comprova com documento, treino e manutenção
Certificados da ANAC ativos e conferíveis, autorizações especiais em especificações operativas, simulador próprio para treinar tripulação e oficina homologada para manter a frota.
Você tem o direito de conferir
Em táxi aéreo, quem contrata raramente consegue avaliar o que está comprando. Por isso esta página lista o que dá para checar em fonte pública: número de certificado, tipo de autorização e o que cada uma permite fazer.
Não há indicador estatístico inventado aqui, nem selo sem origem. O que está escrito abaixo consta das listas da ANAC ou é estrutura que a empresa mantém e pode mostrar.
O que a ANAC autoriza a Abelha a fazer
Números conferíveis nas listas públicas da agência.
Certificado de Operador Aéreo
Certificado2003-10-6CGG-01-02
Consta da lista RBAC 135, de táxi aéreo. É o certificado que autoriza a empresa a transportar passageiro pagante em voo não regular.
Certificado aeromédico
Certificado2003-10-6CGG-01-01
Consta da lista de empresas autorizadas a prestar serviço aeromédico. Sem ele, não se transporta paciente.
Transporte aéreo não regular
A autorização alcança voo nacional e internacional, ou seja, missão sob demanda dentro e fora do Brasil.
Tipos autorizados
B200GT, Gulfstream G100, PA-31T1, PA-42 e Beech 200 constam das especificações operativas da empresa.
O que cada sigla significa na prática
Autorizações constantes das especificações operativas. Cada uma abre uma possibilidade concreta de rota ou de missão.
RVSM
Separação vertical reduzida. Permite voar nos níveis mais altos e eficientes, onde circula o tráfego de jato. Menos consumo, menos turbulência, rota mais direta.
PBN (RNAV/RNP)
Navegação baseada em performance. A aeronave segue trajetórias precisas por satélite, o que viabiliza aproximações em aeródromos sem auxílio-rádio no solo.
EFB
Electronic Flight Bag. Cartas, manuais e cálculo de desempenho em dispositivo homologado, sempre na revisão em vigor.
Operações aeromédicas
Autorização específica para transporte de paciente, com a configuração de cabine e os procedimentos exigidos para esse tipo de missão.
Voo sobre terreno desabitado
Autorização para rotas sobre áreas sem povoamento, o que é rotina no Centro-Oeste e na Amazônia.

Simulador próprio para a tripulação
A Abelha tem simulador próprio e exclusivo para treinamento de tripulantes. Emergência, pane e situação anormal são treinadas em solo, quantas vezes for necessário, sem consumir hora de voo e sem depender de agenda de terceiro.
Treinamento recorrente é o que separa a tripulação que já viu a situação da tripulação que está vendo pela primeira vez. Ter o equipamento em casa é o que permite repetir o treino sempre que a operação exigir, sem depender de agenda de terceiro.

Oficina homologada pela ANAC, dentro de casa
A mesma empresa que opera o voo mantém a aeronave. A oficina da Abelha é homologada pela ANAC e cuida de manutenção preventiva e corretiva, reparo, inspeção, motores, aviônicos e da documentação junto à agência.
Manutenção própria encurta a distância entre encontrar uma pendência e corrigir. Nada fica esperando a janela de agenda de um terceiro.
Quem viu alguma coisa precisa poder falar
Segurança operacional depende de gente que relata o que viu sem medo de retaliação. Por isso o canal de denúncia da Abelha aceita relato anônimo ou identificado e é analisado pelo Comitê de Ética, com confidencialidade garantida.
Nenhuma retaliação é admitida contra quem usa o canal de boa-fé. O canal recebe desde desvio de conduta e descumprimento de compliance até questões de segurança e saúde no trabalho.
Quer conferir alguma informação antes de fechar o voo?
Pergunte. Certificado e documento de aeronave a gente mostra sem rodeio.

